Relato de Parto Natural Humanizado – O Nascimento do Isaque – Parte 2

Antes de ler esse post CLIQUE AQUI para ler a PARTE 1 deste Relato de Parto!

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O PARTO

nascimento-37E amanheceu…

…E, junto com a manhã, veio também a esperança e a paz dentro do meu coração. Mesmo tendo cochilado muito pouco (diferente do marido que apagou e dormiu igual pedra), tentei ficar deitada na cama daquela suíte de parto. Poupar energia e descansar o máximo seria importante seja qual fosse o desfecho daquele dia, afinal de contas mesmo se acabasse numa cesariana, eu teria muito o que cuidar do meu novo bebezinho! 🙂

Por volta das 9 da manhã a Dra. Quésia me examinou e a dilatação não havia progredido. Ela então sentou ao meu lado e me explicou, delicadamente, que devido à bolsa rota há mais de 20 horas, havia risco de infecção para mim e para o bebê. Como a cesariana era a opção que eu menos queria, decidimos então pela indução do parto com ocitocina, e perto das 10:00 foi colocado o acesso na minha veia.

“A função da ocitocina no parto é promover as contrações uterinas, de forma ritmada, até que o bebê nasça. Quando a mulher entra em trabalho de parto naturalmente, a ocitocina produzida pelo próprio corpo encarrega-se deste trabalho. Quando o trabalho de parto está muito demorado, ou não ocorre espontaneamente, e precisa ser induzido, os médicos podem injetar a ocitocina sintética na corrente sanguínea da mulher para acelerá-lo.”

Fonte: Tua Saúde

Eu me lembro dela explicar que essa dosagem de ocitocina, para mim, teria que ser bem baixa, tipo um “cheirinho” de ocitocina mesmo, pelo fato de eu já ter uma cesárea prévia. Tudo teria que ser feito com muito cuidado e acompanhamento. Poucos minutos após o início do soro, as contrações já começaram a se fortalecer – a Dra. Quésia até brincou dizendo que foi psicológico. Tomei pouca ocitocina (pelo menos eu acho), mas pra falar a verdade eu não aceito muito bem isso até hoje. Eu queria mesmo um parto totalmente natural, mas tinha consciência que ás vezes as coisas podem não sair como esperamos. O que me confortou nesse sentido é que foi mesmo apenas um cheirinho que tomei… algumas gotinhas apenas para engatar o trabalho de parto, até porque, como expliquei antes não poderia tomar uma dosagem “normal” pela cesárea prévia.

Mas enfim… aí as contrações começaram, não muito fortes, mas mais recorrentes.

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Algum tempo se passou e ela me examinou novamente para ver como estava a dilatação. E está ai um dos momentos mais LOUCOS que eu tive naquele dia! Ela me examinou, olhou para mim e me disse EXATAMENTE assim: “Eu tenho duas notícias para te dar: uma boa e uma ruim”. Affff!!! Na mesma hora eu pensei: Pronto… cesárea aqui vou eu 😦

Ela, percebendo minha tristeza instantânea, já tratou logo de dizer: “A boa é que você está com 7 cm de dilatação e a ruim é que, agora, de 7 a 10 cm de dilatação é onde você vai sentir mais dor!!!!”. Uau!!! Gente, é até engraçado! Foi ela dizer isso que eu já me levantei com a maior dor do mundo e com o trabalho de parto a TODO VAPOR!!! Assim, de uma hora pra outra, começou a doer absurdamente! Para vocês verem como o psicológico influencia nesse momento!

7 cm de dilatação

7 cm de dilatação!!!

Com tanta dor, minha doula sugeriu que eu me assentasse na bola e depois me levou para o banheiro onde fiquei na bola embaixo do chuveiro. Já tinha perdido a noção do espaço, do tempo, de tudo… Eu estava na famosa “PARTOLÂNDIA”.

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Tudo estava evoluindo de uma forma tão rápida, mas tão rápida, que eu só me lembro da equipe enchendo a banheira da suíte com água quente. Parece que deu um problema lá e a água não saia quente de jeito nenhum, então eu só via minha mãe, a doula e quem podia ajudar enchendo baldes e mais baldes do chuveiro e até do quarto vizinho para jogar na banheira! Contratamos uma fotógrafa maravilhosa, a Paula Beltrão, que discretamente registrava cada momento e eu soube que até ela ajudou a encher a banheira no dia ahaha (obrigada Paula querida!).

Um pouco depois me ajudaram a caminhar até a banheira, que já estava cheia de água morna. As contrações vinham como que me rasgando por dentro e eu só conseguia chorar e gemer de dor.

Sinceramente, eu nem senti alivio da dor quando entrei na banheira, porque as contrações já estavam intensas demais! Meu marido, minha mãe, a Bel e a Dra. Quésia ficaram na borda da banheira me acalmando, me dando água para beber, colocando paninhos na minha testa e jogando água morna em alguns pontos do meu corpo.

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Eu fiquei deitada na banheira de barriga pra cima e meu corpo estremecia inteiro! Tentaram me ajudar a mudar de posição e a ficar de cócoras ali na banheira mesmo, mas nessa hora não consegui nem me mover. A Dra. Quésia monitorava o batimento cardíaco do bebê o tempo todo para garantir que ele estava bem.

Eu, no auge da dor, e com uma voz bem fraca dizia o tempo todo “Deus me ajuda!”. Lembro de perguntar para a Dra. Quésia o tempo todo se ainda ia demorar muito.

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Lembro também de implorar por anestesia kkkk mas eu já tinha colocado no meu plano de parto e avisado meu marido e minha mãe que isso poderia acontecer e eles já estavam orientados a me dar o máximo de força para não desistir, mesmo se eu pedisse! Eles obedeceram e não me arrependo disso! Eu me lembro, inclusive, de falar para eles que eu estava voltando atrás com a minha palavra e que não precisavam mais me incentivar, porque eu queria mesmo a anestesia! Eu só fui desistir dela quando a Dra. Quésia me disse que, para tomar anestesia, eu teria que sair da banheira e ir até o bloco cirúrgico … E eu pensei “não consigo nem pegar um copo de água direito nas mãos, quanto mais sair da banheira e caminhar até o local da anestesia!”. Eu estava desesperada. E sim! acreditem! Pedi até para ir para a cesariana kkkk

Eu só queria que toda aquela dor acabasse! A sensação era de que eu ia morrer. Mal sabia eu que a coisa ainda ia piorar … Eu ainda teria longas horas na fase do expulsivo.

E o Rodrigo o TEMPO TODO comigo! Segurando a minha mão, fazendo carinho e me dando todo apoio possível e inimaginável! Eu não queria ficar longe dele! Como foi bom e de extrema importância tê-lo ali pertinho! Tadinho! Eu apertei muito as mãos e os braços dele kkkk! Era muita dor que estava sentindo!

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Num dado momento, ouvi minha mãe, meu marido e minha obstetra na borda da banheira, vibrarem ao ver a cabeça do bebê começando a coroar! Eu percebi a Dra Quésia correndo e colocando uma outra vestimenta, uma touca toda florida e umas luvas também.

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Nessa altura do campeonato eu já estava totalmente cansada, pois não havia dormido nada e havia tido um pré parto bem cansativo, principalmente por causa de toda aquela pressão psicológica que estava dentro de mim.

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O bebê coroava e voltava. Eu sentia que não conseguiria finalizar aquilo. Eu estava tão desesperada para aquilo acabar e ele nascer logo que eu fazia força mesmo quando estava sem contração. Eu já havia meio que perdido o sentido do corpo e me sentia muito muito MUITO fraca! Foi nesse momento que eles me falaram para tocar a cabecinha do bebê, eu toquei, mas não quis mais tocar porque percebia que ainda tinha muito para sair e que estava apenas no começo e aquilo me deseperava! TINHA QUE SAIR LOGO!

Sabendo do meu desejo do parto natural, minha mãe, o Rodrigo e Dra. Quésia continuavam a me incentivar com todas as forças!

A presença da minha mãe fez toda diferença para mim

A presença da minha mãe fez toda diferença para mim

A Dra. sugeriu que eu ficasse em uma posição onde a gravidade ajudaria o bebê a nascer e eu estava quase desfalecendo… Eu estava tão fraca que não conseguia nem me mudar de posição. Eles colocaram o banquinho de parto dentro da banheira e nesse momento tirei força de onde não tinha para me assentar nele. Sentei lá, com meu marido me apoiando e abraçando atrás. Tentaram me fazer ver tudo através do espelhinho mas não conseguia querer fazer nada que não fosse expulsar o bebê dali e trazê-lo para os meus braços.  Interessante como nesse momento do expulsivo, as mulheres relatam soltar uns gemidos meio “primitivos” e esse era o som que eu fazia… No meu caso, os sons saiam bem baixos… eu estava quase desmaiando. O tempo inteiro minha doula soprava em meus ouvidos para não me esquecer de respirar direito, pegando o ar pelo nariz e soltando pela boca para que eu não ficasse sem fôlego e isso me ajudou MUITO! Não fazia idéia do tanto que a respiração correta era importante naquele momento.

Eu fazia força desesperadamente e toda hora que eu pudesse… Em uma dessas, eu senti a cabeça saindo e numa contração seguinte o corpinho também. Senti muito o tal círculo de fogo e toda a queimação que falam, mas o que mais senti mesmo foi um grande alívio! Era muito bom!! Assim que nasceu a Dra Quésia o pegou e o colocou imediatamente nos meus braços e neste momento eu não tive nem forças para carregá-lo. Eu estava mesmo muito fraca! Imediatamente o Rodrigo colocou seus braços por baixo dos meus, como que me ajudando, e eu pude segurar meu bebê no colo. Momento para nunca mais esquecer. Seu corpo no meu, cheio de vérnix! 

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Minha mãe dizia o tempo todo: Ju, vc conseguiu, minha guerreira! E eu a via chorar e também meu marido se emocionar! Nossa! É um misto de emoções!

Muita emoção

Muita emoção

Olhei para aquela cena toda, vi meu filho em meus braços e TODO CANSAÇO FOI EMBORA! TODA DOR ACABOU! Tudo que eu sentia era AMOR! PURO AMOR! EMOÇÃO! PURA EMOÇÃO. E ficamos ali, nós três, por alguns minutos nos olhando, nos curtindo. Esperei tanto para ver aquele rostinho! Nesse momento o tempo parou! Divino! Família é algo divino demais!

De repente, com o coração cheio de gratidão a Deus, meus lábios se abriram e comecei a cantar! Cantei o trecho de duas canções. A primeira foi a música “Tenho um perfume” (Clique ao lado para ouvi-la inteira), que tive o prazer de gravar no CD do Clamor Pelas Nações. Ela diz: “Tenho um perfume que é só para ti é meu desejo minha adoração. Eu não posso mais resistir esse amor, que está dentro do meu coração. Recebe minha adoração!” e a outra, foi aquela musica antiga do Asaph Borba, que diz: “Minh’lma engrandece ao Senhor, meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Pois com poder tens feito grandes coisas e com misericórdia demonstrado amor”.

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Eram 13:57 da tarde. Cerca de 30 horas depois que a minha bolsa rompeu eu estava com meu bebezinho ali no colo, adorando ao Deus da minha vida, abraçada pelo homem que eu amo e com o tão desejado sonho realizado! Eu estava feliz! MUITO FELIZ! Pude experimentar aquela enxurrada de hormônios do amor que eu tanto lia nos relatos de parto! Inenarrável.

Ali mesmo na banheira eu pude amamentar o Isaque em sua primeira hora de vida e o papai babão cortou o cordão umbilical só após ele parar de pulsar.

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Papai cortando o cordão umbilical

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Após todo esse momento mágico, sai da banheira e fui me deitar na cama, o tempo todo com o Isaque no colo, e percebi que eu estava bastante dolorida. Amamentei mais um pouco e depois eu mesma pedi para pegarem o Isaque. Eles o pegaram, o pesaram, vestiram e depois o colocaram no berço aquecido. Tudo isso foi feito na suíte de parto e em nenhum momento ele saiu de perto de mim.

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Eu continuei na cama para que a Dra. Quésia me examinasse. Doeu um pouco pra placenta sair e continuei bem dolorida alguns minutos depois. Tanto que fiquei até bem nervosa e não queria que ninguém colocasse a mão em mim. Eu já havia sentido tanta dor que eu não queria mais nada que doesse! A Dra. me examinou e, depois de tudo, eu só queria era comer! Estava faminta! Tive uma vontade enorme de comer aquela promoção do Cheddar McMelt do Mc Donalds kkkk O marido foi lá buscar pra mim e me acabei. kkk Recarregadas as energias, eu já me levantei e tomei banho sozinha. Viva o Parto Normal! Quando fiz cesárea o primeiro banho foi sofrido!!!!

Muita fome!!!

Muita fome!!!

Hoje, depois de tudo que se passou naquele dia, eu te digo que faria tudo de novo! Mesmo com toda dor, com toda demora e tudo mais, tudo isso fica pequeno diante da experiência maravilhosa que é a de trazer um filho ao mundo! Empoderar-se e superar limites! É um verdadeiro RENASCIMENTO para a mulher! 

O ambiente estava carregado com a presença de Deus. Fico imaginando como fica o coração de Deus ao ver um filho vir ao mundo… Um filhinho que Ele mesmo desenhou com Suas próprias mãos e que tão perfeitamente formou no ventre da mãe!

Olha que lindo que está escrito na Bíblia:

“Tu formaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Graças te dou pela maneira extraordinária como fui criado! Pois tu és tremendo e maravilhoso! Sim, minha alma o sabe muito bem. Meus ossos não te eram encobertos, quando fui formado ocultamente e tecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles.E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grande é a soma deles!” – Salmos 139: 13 a 17 

“Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que viesses ao mundo, Eu te separei…”- Jeremias 1:5a

bíblia

João 16:21 – “A mulher que está dando à luz sofre dores e tem medo, porque chegou a sua hora; mas, quando o bebê nasce, ela já não mais se lembra da angústia, por causa da alegria de ter vindo ao mundo seu filho.”

O meu agradecimento a Deus, a essa equipe maravilhosa do Instituto Nascer (Dr. Hemmerson, Dra. Quésia, Karine, Bel, Sabrina Baracho, etc…), a minha mãe e ao meu esposo por vivenciarem esse momento incrível junto comigo! E, claro, ao meu menino sorriso, Isaque, porque juntos, protagonizamos esse capítulo de nossas histórias, de forma tão rica e intensa!

Os anjos do Instituto Nascer! Dr. Hemmerson, Bel Cristina e Dra. Quésia

Os anjos do Instituto Nascer! Dr. Hemmerson, Bel Cristina e Dra. Quésia

Dra. Quésia, minha mãe e a Bel

Dra. Quésia, minha mãe e a Bel

Bom, pessoal, essa foi a MINHA experiência! Cada parto é de um jeito. Cada mulher é de um jeito. Deus escreve a história de cada um de maneiras diferentes, mas igualmente especiais!

Espero que tenham gostado. Ficou meio longo, mas não podia deixar nenhum detalhe passar batido! 🙂

Para finalizar, deixo com vocês um link de uma reportagem da TV GLOBO MINAS, onde fui convidada para dar um breve depoimento sobre cesárea x parto normal. Não deixe de ver:

http://globotv.globo.com/rede-globo/mgtv-1a-edicao/v/media-de-bebes-nascidos-por-cesariana-em-bh-esta-acima-da-indicada-pela-oms/3302331/

“Dizem que o nascer afeta a vida das crianças pra sempre. Eu não sei. Só sei que a minha vida, afetou pra sempre.” Carol Darci

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5 thoughts on “Relato de Parto Natural Humanizado – O Nascimento do Isaque – Parte 2

  1. Imaginei cada detalhe. Estou muito emocionada por você Juliana. Parabéns. Em Nome de Jesus, que o seu sorriso, seja motivo de muitas alegrias.

  2. Oi Jú! Glória a Deus por este sonho realizado e creio que sua experiência levará a muitas mulheres vivenciarem esse momento único! Vou indicar várias amigas grávidas p/lerem o seu post! rs… Quero incentivar tb a terem essa experiência! Tenho 3 filhos, tive todos eles aqui no Japão. A minha primogênita “Akari” tive a 11 anos, meu 2º “Davi” a 8 anos e o 3º “Samuel” a 1 ano e 10 meses. Todos foram parto normal, pois aqui eles não dão opção por cesariana. Quando tive a 1ª tive a mesma sensação que você, pensei que iria morrer, mas acho que devido a minha pouca fé…rs…não queria mais viver aquilo. Mas logo esqueci das dores, e o que dizem é verdade, a gente esquece e deseja outro filho, toda aquela dor fica pequena. Lá fui eu corajosa para ter o meu 2º, e me diziam que o 2º nasce mais rápido e a dor é menos! rs… Ilusão, a dor foi a mesma e eu ainda tive hemorragia pós parto, e vieram toda aquela dor de parto novamente, mas logo colocaram um remédio de dor e assim depois de 30 min. fez efeito. E aqui eles dão um remédio p/ tomarmos p/ o útero voltar ao tamanho normal. Na 1ª filha não senti nada, mas no 2º foi terrível eram cólicas muito fortes! E como eu não conseguia nem dormir, por conta parei de tomar e orava colocando a mão sobre o útero p/ ele voltar ao normal naturalmente e Deus ouviu o meu clamor! Aleluia! Cada vez que a enfermeira me examinava ela via que estava tudo bem. Glória a Deus! E assim dei a luz ao meu 2º filho que nasceu c/ 4.220 de parto normal, era um baby jumbo! Assim disse o médico! rs…foram 7 hrs de trabalho de parto, pois as contrações vieram certinhas. Da minha 1ª foram 11 horas ( a bolsa tinha estourado tb ). Obs: aqui eles não tem anestesia! Do meu 3º filho, espiritualmente eu me preparei mais. Devido a experiência, orava e declarava todos os dias para que principalmente a “dilatação” acontecesse rápido! E 40 dias antes do parto, senti de jejuar, pois ainda lutava com o medo da “dor” e também p/ que não houvesse nenhuma complicação. Deus é tremendo, o tempo de dores fortes que senti mesmo foram por 2 horas, diferente dos meus outros filhos. E conforme eu declarava, a dilatação ocorreu rápido e ao todo foram 7 hrs desde a 1ª contração até o parto. Glória ao nosso Deus! Mas confesso que se pudesse fazer anestesia, do meu 2º e 3º teria feito. Mas depois dessa experiência do meu preparo espiritual, sei que Deus pela sua misericórdia e graça pode se mover e ouvir o nosso clamor, pois é a nossa fé que move o coração de Deus. Incentivo a todas que busquem esse preparo em todos os seus partos, e assim estaremos mais confiantes em Deus. Que Deus abençoe você é a sua família Jú, e que venham muitos filhos para glória de Deus! Amo o seu jeitinho de escrever e suas dicas! Obrigada por compartilhar conosco! Bjos!!!

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